Quando se apresentam os resultados insatisfatórios do desempenho estudantil, geralmente não se questiona a avaliação. É comum responsabilizar os alunos e suas famílias: os primeiros são preguiçosos, não gostam de estudar, não querem saber de nada; seus pais, por sua vez, são acusados de não auxiliar nas tarefas de casa e de não colaborar com a escola. Entretanto, a avaliação classificatória pode ser um fator que tem contribuído para o insucesso do aluno, do professor e da escola. Ela está tão impregnada na cultura escolar que se torna difícil libertar-se dela. Tal fato não aconteceria se as diretrizes curriculares nacionais fossem compreendidas e efetivadas nas escolas, sobretudo, nos encaminhamentos acerca da avaliação. De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs), a avaliação dos alunos, a ser realizada pelos professores e pela escola como parte integrante da proposta, deve: