Durante centenas de anos, filósofos e cientistas questionaram-se acerca da natureza da luz. Isaac Newton (1642-1727) acreditava que a luz consistia de um feixe de partículas, enquanto o físico holandês Christian Huygens (1629-1695) afirmava que a luz era um tipo de movimento ondulatório. A posteridade viria demonstrar que, apesar de nenhuma das duas teorias ser integralmente acertada, Huygens andava mais perto da verdade que Newton.
A figura abaixo mostra o que hoje conhecemos por espectro eletromagnético, em que se pode ver que a luz visível corresponde a uma faixa muito estreita desse espectro.

Para fortalecer a teoria ondulatória de Huygens, vários experimentos foram realizados usando a luz e cujos resultados não poderiam ser explicados usando a teoria corpuscular de Newton. Entre eles, podem-se citar a difração, a refração e a polarização da luz. A refração foi bastante estudada por Snell, o qual estabeleceu que a luz ao atravessar meios com índices de refração diferentes ( !$ n_1 !$ e !$ n_2 !$) tinha o seu sentido de propagação desviado em relação ao inicial. Esse fenômeno pode ser descrito pela equação !$ n_1 sen \theta_1 = n_2 sen \theta_2 !$, denominada lei de Snell, em que !$ \theta_1 !$ e !$ \theta_2 !$ são os ângulos de incidência e de refração em relação à normal que separa os dois meios, respectivamente.
Com base nas teorias e informações citadas no texto acima, julgue o item a seguir.
Quando um raio luminoso passa de um meio menos refringente para outro, mais refringente, o raio se refrata, aproximando-se mais da normal.