No Brasil, embora a maioria dos equinos seja mantida em pastagens e sua dieta seja basicamente composta por feno ou alimentos volumosos — gramíneas e leguminosas in natura —, esses animais não são considerados ruminantes, já que não têm rúmen, são monogástricos, sendo incapazes de regurgitar, isto é, de trazer o alimento de volta à boca para nova mastigação e contato com a saliva, como fazem os bovinos.