O risco cardiovascular global (CV) deve ser avaliado em cada indivíduo hipertenso, pois auxilia na decisão terapêutica e permite uma análise prognóstica.
A identificação dos indivíduos hipertensos que estão mais predispostos às complicações cardiovasculares, especialmente infarto do miocárdio e acidente vascular encefálico, é fundamental para uma orientação terapêutica mais agressiva. De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão publicada em 2016, um paciente com uma pressão arterial de 150x90 mmHg e com 1 fator de risco é classificado como: