Mas o terreno aumentava de soltado. E as árvores iam se abaixando menorzinhas [...] De vir lá, só algum tatú, por mel e mangaba. [...] Ali onde o campo larguêia. [...] Se acabou o capinzal de capim-redondo e paspalho, e paus espinhosos, que mesmo as môitas daquele de prateados feixes, capins assins. Acabava o grameal, naquelas paragens pardas. Aquilo, vindo aos poucos, dava um peso extrato, o mundo se envelhecendo, no descampante. Acabou o sapé brabo do chapadão.
(ROSA, João Guimarães. Grande sertão: veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. p. 63.)
O fragmento literário destacado se refere ao seguinte domínio morfoclimático brasileiro: