Leia o texto para responder às questões de números 11 a 15.
Na educação, o Brasil tem muito o que aprender com o Brasil
O debate público sobre educação básica ainda é, infelizmente, ocupado por mitos derrotistas, como o de a educação atual ser pior que a “de antigamente”, da escola pública como um fracasso e da melhoria da qualidade ser um processo que demora muitas décadas.
Ainda que existam enormes desafios, que foram aprofundados na pandemia, não reconhecer os avanços é abandonar a oportunidade de universalizarmos para todo o país o patamar mais elevado de aprendizagem que já é realidade em redes de ensino de algumas cidades e estados. Uma característica que chama atenção na educação é a desigualdade no território nacional: enquanto muitas redes de ensino avançaram pouco ao longo do tempo, algumas conseguiram implementar um conjunto de medidas que, sustentadas no tempo, causaram um impacto substancial na qualidade.
A média dos resultados ainda é ruim e muitas vezes esconde excelentes gestões educacionais que merecem destaque pelo efeito norteador que podem e devem ter. Estes casos de sucesso precisam ser mais conhecidos, e podem inspirar os planos educacionais nas três esferas de governo.
(Priscila Cruz, “Na educação, o Brasil tem muito o que aprender com o Brasil”. Em: Folha de S.Paulo, 18.07.2022. Adaptado)
Considere as passagens:
• ... abandonar a oportunidade de universalizarmos para todo o país o patamar mais elevado de aprendizagem...
• ... um conjunto de medidas que, sustentadas no tempo, causaram um impacto substancial na qualidade.
• ... e podem inspirar os planos educacionais nas três esferas de governo.
No contexto em que estão empregados, os termos destacados significam, correta e respectivamente: