Paciente de 71 anos de idade, masculino, branco, chega
ao consultório queixando-se de piora da AV AO principalmente em dias ensolarados e glare noturno. Na última
troca de óculos, já tinha sido alertado pelo médico oftalmologista que tinha um “começo de catarata” (sic). Sabe ser
hipertenso e diabético, em uso de losartana e metformina.
Seu exame oftalmológico revelou:
Refração subjetiva:
OD +0.25 D.E. = 20/60
OE +0.50 D.E. = 20/80
Refração sob cicloplegia:
OD +0.25 D.E. = 20/40
OE +0.50 D.E. = 20/50
Mapeamento de retina: estreitamento e retificação arteriolar discretos AO.
Tonometria de sopro: 14 mmHg AO (13h30min)
Antes mesmo de levar o paciente à lâmpada de fenda, pode-se supor, corretamente, que a catarata que esse paciente apresenta é do tipo
Refração subjetiva:
OD +0.25 D.E. = 20/60
OE +0.50 D.E. = 20/80
Refração sob cicloplegia:
OD +0.25 D.E. = 20/40
OE +0.50 D.E. = 20/50
Mapeamento de retina: estreitamento e retificação arteriolar discretos AO.
Tonometria de sopro: 14 mmHg AO (13h30min)
Antes mesmo de levar o paciente à lâmpada de fenda, pode-se supor, corretamente, que a catarata que esse paciente apresenta é do tipo