“Com previsão de começar a operar em fevereiro de 2015, a obra já deixa um rastro de violação de direitos humanos e desrespeito aos povos tradicionais e à biodiversidade. Esse fato tem gerado uma série de conflitos entre indígenas, governo, empresários e a população atingida pela barragem”.
Fonte:http://www.mabnacional.org.br/amazonia
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