Em uma unidade de pronto atendimento — UPA, M.B., 31. 19 anos, foi admitida na sala de emergência, inconsciente. Foi transportada por familiares que informaram que a paciente estava no sexto mês de gestação, era dependente química, usuária de opiáceos, e havia consumido drogas pouco tempo antes de começar a passar mal. Imediatamente, a equipe iniciou os primeiros cuidados compreendendo, entre outras ações, punção de acesso venoso periférico calibroso e instalação de monitor/desfibrilador cardíaco, constatando-se a ocorrência de fibrilação ventricular (FV). Frente a essa situação, deve-se considerar que