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3172967 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: OBJETIVA
Orgão: FEAS-Curitiba
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Temas relacionados ao diagnóstico do diabetes mellitus (DM), bem como estratégias para sua diferenciação e manejo adequado, são constantes alvos de atualização. Por outro lado, indicadores clínicos já bem estabelecidos também favorecem a suspeita diagnóstica e podem auxiliar o clínico na abordagem e na investigação dessa desordem metabólica.

Acerca de características clínicas e achados laboratoriais relacionados ao DM dos tipos 1 (DM1) e 2 (DM2), analisar os itens abaixo:

I. Biomarcadores como anti-GAD, anti-IA-2 e testes genéticos, além da idade de diagnóstico e do IMC, demonstram-se úteis para a determinação do escore para risco genético de DM1 e contribuem significativamente para a discriminação entre DM1 e DM2. Em razão de sua maior disponibilidade e menor custo, os testes sorológicos são preferíveis aos testes genéticos para auxiliar no diagnóstico diferencial de DM1 e DM2.

II. Após uso prolongado de insulina exógena (a partir de 60 dias), pode ocorrer o desenvolvimento de anticorpos dos pacientes contra a insulina exógena. Desse modo, deve ser observada a possibilidade de interferência no teste do anticorpo anti-insulina e, consequentemente, a limitação do seu uso para a classificação do DM.

III. As metas de hemoglobina glicada (HbA1c) sugeridas para pessoas com DM1, descritas nos critérios de inclusão e manutenção do tratamento com análogos de insulina de ação rápida e prolongada, devem objetivar índices entre 7,5 e 8,5 de HbA1c para adultos e idosos.

IV.O diagnóstico de DM1 é feito pela presença de sinais e sintomas inequívocos de insulinopenia, como polidipsia, poliúria, polidipsia, perda de peso inexplicada e noctúria. O pico de incidência do DM1 ocorre na infância e adolescência, entre 10 e 14 anos de idade e, menos comumente, em adultos e idosos.

Está(ão) CORRETO(S):

 

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