Conforme Corrêa (2022), sobre os fatores de risco ao suicídio, é correto afirmar que:
quem pratica autolesão sem intenção suicida (ASIS) está mais sujeito a tentar suicídio do que aqueles que não praticam.
experiências traumáticas na infância (abusos físico, emociona! e sexual) não alteram a trajetória do desenvolvimento e o funcionamento cerebral dos indivíduos.
os estressores psicossociais relacionados ao trabalho - tipo e forma de inserção no mercado de trabalho, gerenciamento e valorização das tarefas, o contexto ocupacional dos indivíduos e dos grupos e acesso a meios letais - podem contribuir para o suicídio ocupacional.
segundo o paradoxo de gênero no comportamento suicida, os homens são mais acometidos por quadros depressivos e ansiosos, por ideação suicida e tentativas de suicídio, mas são as mulheres que morrem mais em decorrência do suicídio.
o comportamento suicida não é afetado por fatores como gênero, traços de personalidade e nível econômico.
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