A criança, de modo geral, se desenvolve na instituição familiar que é encarregada de prover os recursos necessários à sua sobrevivência; de propiciar-lhe uma base afetiva; de dar-lhe assistência na área de saúde; e, de ministrar-lhe os primeiros ensinamentos. Por sua vez, a instituição escolar está incumbida de realizar a educação formal das crianças e jovens.
(Giacaglia e Penteado, 2003, p. 57.)
Partindo desse pressuposto, sabe-se que cada família possui expectativas diferentes em relação ao papel desempenhado pela escola e vice-versa. Sendo assim, surge uma condição básica para que possam ser cumpridas as finalidades educacionais, integrando estas duas instituições: escola/família. A peça-chave dessa condição, segundo as autoras citadas, é a variante, ramificação que se pode chamar de orientador familiar, papel desenvolvido pelo orientador escolar. Sobre o exposto e o processo de integração escola-família-comunidade, analise as afirmativas a seguir.
I. O papel do OE com relação à família é apontar desajustes, diagnosticando os problemas e/ou dificuldades emocionais ou psicológicas, e tecendo aos pais as reclamações para que eles possam agir visando a tratar a indisciplina e melhorar a aprendizagem dos alunos.
II. Cabe ao OE trabalhar diversos temas, entre eles, o que se refere à execução das tarefas, às atividades extracurriculares, entre elas à escolha da profissão, às drogas, à orientação sexual, à disciplina, ao namoro e variando de escola para escola, entre os que se tornem mais relevantes na ocasião e no contexto.
III. Cabe à escola e, especificamente ao OE, elevar o nível cultural dos membros da comunidade, propiciar debates sobre temas de interesse, bem como de alunos, pais, professores, envolvendo questões presentes no dia a dia. É fundamental que se estabeleça um clima de constante diálogo entre ambas, uma vez que a escola deve estar aberta à comunidade à qual pertence.
Está correto o que se afirma em