Em relação às fraturas da cabeça do rádio em adultos, é correto afirmar:
Tem incidência de 50% entre as fraturas do cotovelo.
Segundo a classificação de Mason, as fraturas do tipo 2 são cominutas.
Nas fraturas tipo Mason 1, com desvio de até 2 mm, o tratamento deve ser realizado com imobilização por 6 semanas e, após, realizar fisioterapia.
A via de acesso mais utilizada nas fraturas desviadas é a de Kocher, entre o músculo ancôneo e o extensor ulnar do carpo, com o antebraço em pronação, evitando lesão do nervo mediano.
Dentre as complicações, a migração proximal do rádio, relacionada à ressecção da cabeça do rádio, sem diagnóstico da lesão da membrana interóssea e articulação rádio-ulnar distal (Essex-Lopresti).
Olá, para continuar, precisamos criar uma conta! É rápido e grátis.