A clareza de que grupos informais são uma realidade dentro das organizações e que estes precisam ser considerados pelas lideranças formais, a fim de extrair deles melhores resultados e máxima eficiência, acabou por ser uma das conclusões obtidas por meio dos estudos de Follett, Mayo e outros, que consideraram a importância do incentivo psicossocial da busca pelo atendimento de necessidades afetivas individuais num contexto de grupo. Isto deu início a novas teorias sobre motivação e liderança, confrontando-se com os modelos clássicos de administração propostos por Taylor e Fayol, que caracterizavam o homem como “homo economicus”.
Baseando-se no exposto, podemos afirmar que, a escola da Administração que melhor reflete tais abordagens é: