1315549
Ano: 2014
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Autores se ocupam, cada vez mais, em investigar as possibilidades de uma apreensão e desenvolvimento estético. Como exemplo, Abigail Housen e Michael Parsons classificaram cinco possíveis estágios da compreensão estética: a descritiva, a construtiva, a classificativa, a interpretativa e a re-criativa, e propõem identificar cada um desses tipos por meio de perguntas básicas. Sobre os estágios da compreensão estética e seu ensino, assinale a alternativa que apresenta correlação correta.
I. Descritiva
II. Construtiva
III. Classificativa
IV. Interpretativa
V. Re-criativa
A. É considerada mais superficial, guia-se pelo tema da obra ou imagem, e faz a pergunta: o que é isto? A própria designação desse nível de compreensão indica que é feita uma descrição do que se vê, dando ênfase à visualidade de cores, formas e demais elementos que a obra ou imagem apresenta, e são esses dados que fornecem conhecimento e apreensão da mesma.
B. É mais crítica, devido ao maior conhecimento sobre arte por parte de quem apreende. Este analisa a obra sob vários níveis, extrapolando o visível, pois está atento também ao que se encontra implícito nela. São feitas as perguntas como, quando, o que, quem e por quê? Pela experiência estética e conhecimento artístico de quem interpreta, é feita uma avaliação mais completa, que conjuga cognição e emoção.
C. Busca também as informações na imagem, mas, nesse caso, associado à intuição, incluindo-se aí a emoção. É uma interpretação mais individualizada e pessoal, na medida que expõe os sentimentos e satisfação durante a compreensão da obra ou imagem. A pergunta básica feita neste estágio é “quando?”. Isso ocorre não no sentido temporal, mas ao nível dos sentimentos que são originados pela apreciação da obra. Geralmente, o fruidor que faz essa pergunta se faz valer de metáforas para realizar essa apreciação.
D. Tenta relacionar as partes com o todo da imagem, buscando um significado que inclui a técnica e o conhecimento prévio de quem apreende, a partir de suas experiências. A pergunta feita por quem faz é “como isto foi feito?”.
E. Busca as informações na própria imagem, mas se relaciona, também, com a história da arte. É feita a pergunta “quem e por quê”, sendo que todas as informações possíveis, como estilo, data e, principalmente, a contextualização histórica auxiliam no conhecimento e apreensão da obra. Apesar de considerar as próprias experiências de quem interpreta a obra, constitui uma compreensão mais objetiva, evita as interpretações emotivas.