As unidades de terapia intensiva (UTI) surgiram a partir da necessidade de aperfeiçoamento e concentração de recursos materiais e humanos para o atendimento a pacientes graves, em estado crítico, mas tidos ainda como recuperáveis, e da necessidade de observação constante e assistência contínua e humanizada em um núcleo especializado. A fisioterapia possui um arsenal abrangente de técnicas que complementam os cuidados a pacientes graves, definida como o resgate do respeito à vida humana, levando-se em conta as circunstâncias sociais, éticas, educacionais, psíquicas e emocionais presentes em todo relacionamento. Esta filosofia deve fazer parte da fisioterapia, tendo como meta primordial: