Para Silva (1999), “o currículo é, sem dúvida, entre outras coisas, um texto racial”. Para o autor, “o conhecimento sobre raça e etnia incorporado no currículo não pode ser separado daquilo que as crianças e jovens se tornarão como seres sociais”. O autor questiona como desconstruir o texto racial do currículo, como questionar as narrativas hegemônicas de identidade que constituem o currículo? Em resposta a essas perguntas, Silva afirma que, uma perspectiva crítica buscaria incorporar ao currículo, devidamente adaptadas,