Com relação ao delirium, é correto afirmar que
a característica essencial do delirium é uma perturbação da consciência desenvolvida em um período breve de tempo e que não pode ser melhor explicada por algum transtorno neurocognitivo pré-existente, por isso, uma perturbação da atenção pode ou não estar presente, não sendo necessária ao diagnóstico de delirium.
indivíduos com delirium não podem mudar entre os estados hiperativo e hipoativo rapidamente.
as perturbações perceptivas que acompanham o delirium não incluem interpretações errôneas ou ilusões, mas as alucinações podem estar presentes e são mais comumente auditivas, embora possam ocorrer em outras modalidades.
o indivíduo com delirium pode demonstrar perturbações emocionais, como medo, irritabilidade e raiva, porém, não ocorrem mudanças rápidas ou imprevisíveis de um estado emocional a outro e, caso se façam presentes, excluem o diagnóstico de delirium.
ao mesmo tempo em que a maioria dos indivíduos com delirium costuma se recuperar do transtorno, o seu reconhecimento e a intervenção precoce costumam reduzir a sua duração.
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