Os movimentos sociais do século XXI, como o
feminismo contemporâneo, os movimentos LGBTI+ e as
articulações em torno das questões raciais e indígenas,
diferenciam-se significativamente dos movimentos sociais do
século XIX e início do XX, sobretudo pela centralidade das
pautas identitárias e culturais em detrimento das reivindicações
econômicas e de classe, o que os torna menos eficazes na
transformação de estruturas sociais e políticas profundamente
arraigadas.