A concepção de cidadania defendida pelo projeto
ético-político do Serviço Social transcende a dimensão
formal-legal, pressupondo a construção de sujeitos sociais
ativos e participativos, capazes de lutar pela efetivação de seus
direitos, o que implica uma postura profissional que fomente a
autonomia e o protagonismo dos usuários, sem se restringir à
provisão de serviços e benefícios.