O psiquiatra forense, como todo médico em geral, não pode
perder de vista que a simulação não é um fato tão excepcional nas
suas atividades profissionais, principalmente na função de perito.
Pode-se dizer que é na perícia psiquiátrica que a simulação é mais
comum, onde o profissional deve estar especialmente atento à
coerência da evolução do quadro, à observação de terceiros
imparciais e à congruência entre os relatos e o exame
psicopatológico (do estado mental).
Com base na obra de FRANÇA, Genival Veloso de (Medicina Legal. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018) e Barros DMT, Teixeira EH (Manual de perícias psiquiátricas. Porto Alegre: Artmed; 2015), assinale dentre as opções, aquela que está correta no contexto médico-legal e pericial.
Com base na obra de FRANÇA, Genival Veloso de (Medicina Legal. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018) e Barros DMT, Teixeira EH (Manual de perícias psiquiátricas. Porto Alegre: Artmed; 2015), assinale dentre as opções, aquela que está correta no contexto médico-legal e pericial.