De acordo com Marchesan (1998), na obra Fundamentos em Fonoaudiologia: aspectos clínicos da motricidade oral, quase sempre, quando há hipertrofia das amígdalas (tonsilas palatinas), a língua toma uma postura ântero-inferior na tentativa de aumentar o espaço posterior e facilitar a respiração, evitar o contato com a orofaringe durante a deglutição. Este posicionamento da língua faz com que ela fique alargada e hipotônica, causa ainda a diminuição da pressão interna no arco superior e aumenta a dos músculos periorais.
De acordo com a autora, o descrito no excerto é uma das causas