Marta, professora do 3º ano do ensino fundamental, registrou em seu diário de bordo: “Na minha classe tenho 26 alunos mais uma ‘inclusão’. Para o Pedro (que tem laudo de autismo), eu faço currículo adaptado, pois ele não está no nível da turma, então, por exemplo, dou a mesma folhinha de lição de português ou matemática para o resto da turma, e para Pedro dou um joguinho de montar ou um desenho de super-herói famoso para ele pintar! É ótimo, o Pedrinho passa o dia pintando e não interfere nas atividades dos colegas...”.
Tendo como referência Mantoan (2013) e a perspectiva de escola verdadeiramente inclusiva apresentada pela autora, é correto afirmar que na proposta apresentada pela docente Marta ocorre