O interesse pela conservação e pelo restauro de obras de arte já existia desde a Antiguidade Clássica. Na Grécia, a prevenção baseava-se na escolha dos materiais de melhor qualidade para a produção artística, o que demonstrava o cuidado em se retardar a deterioração dessas obras.
Na Roma imperial, o restauro estava associado ao poder político e econômico e à afirmação da hegemonia do Estado romano.