Um reator cúbico de aresta a pode ser devidamente modelado pela equação da difusão a dois grupos de energia, de modo que o fator de multiplicação seja dado por:
!$ k = {\large{\nu_1 \textstyle \sum_{f1} \over D_1 B^2_g + \textstyle \sum_{R1}} + {\nu_2 \textstyle \sum_{f2} \over D_1 B^2_g + \textstyle \sum_{R1}} {\phi_2 \over \phi_1}} !$
Sendo: !$ {\large{\phi_2 \over \phi_1}} = {\large{\textstyle \sum_{s}^{1 \rightarrow 2} \over D_2 B^2_g + \textstyle \sum_{a2}}} , M^2_1 = {\large{D_1 \over \textstyle \sum_{R1}}} \text{ e } B^2_g = 3 \Bigl ( {\large{\pi \over a}} \Bigr )^2 !$
O tamanho da aresta !$ a !$, que torna o reator crítico, admitindo-se que seja válida a aproximação de um grupo modificado, é