Na matéria intitulada “Um difícil caminho”, publicada em 2014 pela Revista Educação, o consultor Romeu Kazumi Sassaki destacou que “para ser inclusiva, a instituição de ensino superior deve garantir acessibilidade total aos alunos, desde a inscrição e realização do processo seletivo até a frequência às aulas”. No mesmo documento, às dimensões de acesso que já havia estabelecido, Sassaki associou mais uma, totalizando sete, aqui dispostas em ordem alfabética: arquitetônica/física, atitudinal, comunicacional, instrumental, metodológica, natural e programática. A mais recente dimensão estabelecida por Sassaki foi a: