Uma criança de 3 anos é levada pela mãe à Unidade de Saúde da Família por apresentar "fôlego preso" há 2
dias, com piora nas últimas horas. A mãe relata que a criança apresenta tosse, febre baixa e que está "muito
cansada para brincar". Na avaliação, a equipe identifica: criança alerta, mas prostrada; tosse presente; frequência
respiratória de 56 incursões por minuto; tiragem subcostal evidente; ausência de estridor em repouso; não há
vômitos, nem convulsões e a criança consegue beber água com dificuldade. Deve-se: