O Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
(SPHAN) é um capítulo da história intelectual e institucional da
geração modernista, um passo decisivo da intervenção
governamental no campo da cultura e o lance acertado de um
regime autoritário empenhado em construir uma “identidade
nacional” iluminista no trópico dependente.
Sérgio Miceli. SPHAN: refrigério da cultura oficial. In: Intelectuais à brasileira. São Paulo: Companhia das Letras, 2001, p. 357-68 (com adaptações).
Tendo como referências iniciais as informações e o tema do texto anteriormente apresentado, julgue o item subsecutivo.
O anteprojeto elaborado por Mário de Andrade para o SPHAN foi totalmente incorporado ao projeto final, em razão de seu viés etnográfico, o que garantiu o desdobramento dos ideais da Geração Modernista de 1922 na política patrimonial nacional.
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