Em “Do Desenho”, Mário de Andrade afirma:
Pela sua inerente liberdade, ele possui um valor de expressão espiritual, hieroglífico, bem mais legível que a pintura. A prova histórica [...] é que o contar coisas, censurar fatos e pessoas, descrever episódios, detalhar psicologias e paisagens por intermédio do desenho nunca foi um perigo estético para ele [...]. Pelo contrário: isso define uma arte, valoriza a obra de arte e denuncia o artista. [...] Goya, Daumier, Grosz, são desenhistas enormes também pelo que contaram.
A partir da leitura deste excerto, é INCORRETO afirmar:
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Professor do Ensino Fundamental e Médio - Artes
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