Mulher, 49 anos, refere hipertensão arterial sistêmica há 1 ano, de difícil controle clínico. Relata neste período tonturas ao se levantar da cama ou ao ficar de pé. Nega diabetes mellitus, tabagismo, dislipidemia ou história familiar de hipertensão arterial. Está em uso de hidroclorotiazida 25 mg/d, atenolol 100mg/d, enalapril 20mg/d e anlodipina 10mg/d. Ao exame, apresenta: índice de massa corporal – 27 kg/m² ; pressão arterial deitada – 224X158 mmHg; pressão arterial em pé – 172X102 mmHg; frequência cardíaca – 86bpm; hiperfonese do componente aórtico da segunda bulha; Pulsos cheios e simétricos. O exame dos demais aparelhos não evidenciou alterações adicionais. A paciente trazia exames prévios realizados há 1 mês em outro serviço, os quais demonstravam: Hemoglobina – 18.9g%, leucócitos – 7600/mm³ ; Plaquetas – 314000/mm³ ; Glicemia – 132mg%; creatinina – 1,1mg%; Potássio – 4,5mEq. Após a consulta, o médico assistente substituiu o atenolol por doses crescentes de prazos. Após 1 mês, a paciente retorna referindo melhora das queixas de tonturas e do controle pressórico. Ao exame, pressão arterial deitada – 160X110 mmHg; pressão arterial em pé 158X106 mmHg. Assinale a alternativa cujos exames complementares poderiam confirmar o diagnóstico desta paciente:
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