Era uma forma de trabalho compulsório indígena, realizado nas zonas rurais, no qual a força de trabalho era trocada pela catequese. O trabalho escravo era proibido pela Igreja (para os não-negros). Ao receberem ensinamentos religiosos, a Igreja se contentava e dizia que eles estariam ganhando a catequese em troca de seu trabalho. Foi realizada principalmente na Colonização espanhola das
Américas nos impérios Inca e Asteca, onde a oferta de mão-de-obra era maior e antes de ser substituída pela mita.
Essa forma de trabalho era denominada: