Professora exerce sua função em escola municipal há vinte anos e tem o diagnóstico de síndrome do manguito rotator e capsulite adesiva. Refere ministrar cinco aulas no período matutino e, após pausa de uma hora para o almoço, mais duas aulas no período vespertino, correspondente à jornada de trabalho. Para completar o orçamento familiar, ela ensina à noite, em outra escola, onde ministra mais três aulas de 50 minutos cada. Informa que costuma escrever um período médio de metade do tempo de cada aula no quadro de giz, quando apresenta piora nas dores concentradas no ombro.
O extrato dessa história ocupacional revela forte indício para o nexo com o diagnóstico do quadro clínico apresentado pela professora.