mais
significativo na prática clínica é a oxigenação tecidual (células
hipóxicas são radiorresistentes). Para uma boa resposta, os
níveis de hemoglobina devem estar acima de 10 mg/L.
72 A quimioterapia com vincristina, placlitaxel e cisplatinum pode
causar polineuropatia dolorosa, cujos sintomas são parestesias,
e dor acompanhada de sensações de queimação, latejo ou de
punhaladas, com distribuição distal.
73 Mucosite frequentemente acomete a cavidade oral e a faringe,
onde pode ocorrer a infecção por microrganismos como
cândida albicans e herpes-zóster. É uma consequência da
quimioterapia mieloablativa e da radioterapia para tumores da
cabeça e do pescoço.Também pode acometer a mucosa
esofagiana após radioterapia do mediastino ou do pescoço.
74 A neuropatia periférica mais comum nos pacientes infectados
pelo HIV é a polineuropatia distal, desmielinizante,
predominantemente motora e propioceptiva.
Bonica declarou: Por mais de três décadas, tenho
enfatizado a importância do tratamento da dor, mas quase que
exclusivamente da dor crônica. Apenas recentemente, devido a
experiência pessoal e outros fatores, tenho estimado cada vez mais
que o controle da dor aguda é igualmente importante.
Tendo como referência inicial a afirmação acima e acerca da dor
pós-operatória, julgue os itens a seguir.
75 Analgesia preemptiva previne o estabelecimento do processo
de sensibilização central e hiper-reflexia com o início da
terapia analgésica antes da lesão tecidual, de forma efetiva e
continuada.
76 A abordagem multimodal da dor inclui uma combinação de
vários opioides com diferentes mecanismos de analgesia, para
reduzir a dose de cada um deles e consequentemente reduzir os
efeitos colaterais.
Julgue os itens subsequentes, relativos à dor e ao seu tratamento em
crianças e idosos.
77 As crianças têm a capacidade biológica de sentir dor a partir da
20.ª semana de gestação. As vias inibitórias, que atenuam a
dor, são desenvolvidas mais cedo. Assim, o f
Nos pacientes com dor miofascial temporomandibular, é importante considerar o diagnóstico diferencial com doenças malignas como carcinoma nasofaríngeo.