Mulher de 52 anos com diagnóstico de leucemia mielóide aguda, realizou painel genético por NGS com identificação de mutação nos genes: FLT3 (VAF 52%), ASXL1 (VAF 12%), NPM1 (VAF 30%) e DNMT3A (5%). Após terapia de indução foi submetida a transplante alogênico de células tronco (TCTH) aparentado HLA idêntico de fonte medula óssea. Condicionamento mieloablativo com bussulfano e fludarabina, profilaxia de doença do enxerto contra o hospedeiro (DECH) feita com ciclosporina e metotrexato. Neste caso, o melhor marcador molecular para seguimento de doença residual mensurável (DRM) no período pós transplante é:
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