O Serviço Social no Brasil, até a primeira metade da década de sessenta, não apresentava polêmicas de relevo. Mostrava uma relativa homogeneidade nas suas projeções interventivas, sugeria uma grande unidade nas suas propostas profissionais, sinalizava uma formal assepsia de participação político partidária, carecia de uma elaboração teórica significativa e plasmava-se numa categoria profissional que parecia imperar, sem disputa de vulto, uma consensual direção interventiva e cívica.
A ruptura com este cenário tem suas bases na: