O sucesso e o bom desenvolvimento da aquicultura se devem a um esforço contínuo em busca de metodologias e técnicas de trabalho mais adequadas, o que reflete e depende de monitoramento e controle de diversos fatores abióticos e bióticos, que interferem, direta ou indiretamente, em cada uma das etapas do processo produtivo, sendo de especial importância a qualidade da água, a alimentação e o controle sanitário. Assim, pode-se afirmar que:
I- Os peixes possuem um sistema imunológico distinto àquele encontrado em vertebrados, e que envolve especificidade entre antígeno e anticorpo. Portanto, o muco seria a primeira linha de defesa desses animais.
II- As doenças na aquicultura podem ser causadas, entre outros, por vírus, bactérias, fungos e parasitas. Assim sendo, a “ictiophitiríase” é causada por fungos e podem atacar larvas, juvenis e adultas, principalmente em épocas de baixa de temperatura.
III- No geral, pode-se dizer que, em uma larvicultura, a profilaxia e a higiene constantes com uso de desinfetantes específicos são as melhores alternativas para garantir uma boa sobrevivência.
IV- Na tilapicultura, uma boa alternativa para a prevenção de algumas bacterioses é a vacinação dos animais.
V- As medidas profiláticas, em geral, recomendadas para enfermidades como um todo, incluem rigoroso controle da qualidade da água e do alimento, da limpeza dos tanques a cada ciclo e da assepsia dos materiais e dos equipamentos utilizados.
Está correto apenas o que se afirma em