Nos últimos dez anos, observou-se um crescimento exponencial de agentes anticoagulantes e antiagregantes plaquetários desenvolvidos para uso clínico, com intuito de substituir a heparina, os antagonistas da vitamina K e (ou) auxiliar no tratamento da doença arterial coronária. A literatura científica tem aumentado a cada dia com novas evidências de aplicações dessas drogas, sendo algumas delas já aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso no Brasil, como a dabigratana, a rixoxabana, o prasugrel e o ticagrelor. Esse fato traz alternativas ao tratamento, porém impõe tanto recomendações quanto restrições específicas e riscos associados a cada medicamento, que devem ser observados antes de utilizá-los. Seguindo pela contramão com o desenvolvimento de novas medicações, a segurança do paciente passou a ser mais valorizada, inclusive com maior aplicabilidade de escores de risco de sangramento. De acordo com as diretrizes da American Heart Association (AHA), assinale a alternativa que indica as INRs (international normalized ratios) recomendados usando varfarina no regime padrão de anticoagulação após cirurgia cardíaca específica.