"Um dos aspectos mais impactantes da sociedade digital sobre os processos formais de ensinar-aprender história é a perspectiva presentista, que consubstancia a vida dos jovens na atualidade. Eric Hobsbawm alerta para esse cenário, em meados da década de 1990, indicando a destruição dos mecanismos sociais que vinculam a experiência pessoal das atuais gerações com as experiências das gerações pretéritas como um dos mais típicos fenômenos do final do século XX."
(CAIMI, Flávia E. Geração
Homo Zappiens na escola: os novos suportes de informação e a aprendizagem histórica. In: MAGALHÃES, Marcelo; ROCHA, Helenice; RIBEIRO, Jayme; CIAMBARELLA, Alessandra (org.). ensino de história. Usos do Passado, memória e mídia. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2014, p. 165.)
Em relação ao desafio imposto aos professores e às professoras de história, exposto no trecho acima, é correto afirmar que