Magna Concursos
1240621 Ano: 2019
Disciplina: Educação Artística
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Campo Novo Parecis-MT
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No centenário da Independência do país, ocorrida em 1922, o Brasil passava por diversas modificações sociais, políticas e econômicas (advento da industrialização, fim da Primeira Guerra Mundial etc). Surge a necessidade de recorrer a uma nova estética, nascendo a "Semana de Arte Moderna". Ela esteve composta por artistas, escritores, músicos e pintores que buscavam inovações. O intuito era criar uma maneira de romper com os parâmetros que vigoravam nas artes em geral. A crítica ao movimento foi severa, as pessoas ficaram desconfortáveis com tais apresentações e não conseguiram compreender a nova proposta de arte. Os artistas envolvidos chegaram a ser comparados aos doentes mentais e loucos.

“Há duas espécies de artistas. Uma composta dos que veem normalmente as coisas (..) A outra espécie é formada pelos que veem anormalmente a natureza e interpretam-na à luz de teorias efêmeras, sob a sugestão estrábica de escolas rebeldes, surgidas cá e lá como furúnculos da cultura excessiva. (...) Embora eles se deem como novos, precursores de uma arte a vir, nada é mais velho do que a arte anormal ou teratológica: nasceu com a paranoia e com a mistificação(...) Essas considerações são provocadas pela exposição da senhora (...) onde se notam acentuadíssimas tendências para uma atitude estética forçada no sentido das extravagâncias de Picasso e companhia.”

Um dos escritores que atacou com veemência as ações da Semana de 22, anteriormente, já havia publicado o artigo acima criticando as obras de uma exposição realizada em 1917. O escritor e a artista criticada foram:

 

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Professor - Artes

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