No contexto de atuação do terapeuta ocupacional nas áreas de ortopedia, reumatologia ou neurológica, ao intervir junto a pacientes com quadro de dor relacionada a condições neuromusculoesqueléticas que interfere no desempenho ocupacional, é comumente abordado um conjunto de orientações e estratégias preventivas usadas no manejo da dor e fadiga, que têm por objetivo a aplicação de princípios ergonômicos e biomecânicos durante o desempenho de Atividades de Vida Diária considerando as estruturas articulares e as forças normais e anormais que podem favorecer ou agravar a dor e/ou instalação de deformidades, buscando promover a redução do estresse articular e do gasto energético, facilitando ou viabilizando a participação do sujeito em ocupações significativas. Esse conjunto de orientações e estratégias utilizados nas abordagens de Terapia Ocupacional é denominado