Segundo D’Ambrosio (1999), “uma historiografia da matemática que nos dê uma percepção do passado como orientação para o futuro deve repousar sobre estudos comparados da produção científica e da aquisição de ciência nos países centrais e periféricos”. No entanto, a escassez de produção matemática de séculos anteriores em países periféricos inviabiliza comparações, mas não impede que sejam reconhecidas e valorizadas as ações do presente. Nesse sentido, D’Ambrosio (1999) sugere como proposta educacional em países periféricos para combater essa assimetria