“Para os Mamaindê, (...) todas as pessoas possuem, além de
enfeites visíveis, enfeites invisíveis — colares de contas pretas, que
envolvem não só o pescoço mas todo o corpo. Chamados
genericamente de wasain’du (...), esses enfeites são tornados
visíveis e manipulados pelos xamãs nas sessões de cura. Perdê-los
equivale a perder o próprio espírito (...) O que torna esses enfeites
visíveis ou invisíveis, (...), não são as características intrínsecas a
eles, mas a capacidade visual do observador (...)” (SOUZA, Marcela Stockler Coelho de. A cultura invisível: conhecimento indígena e
patrimônio imaterial. Anuário Antropológico, v. 35, n. 1, p. 149-174, 2010.)
Neste trecho a autora problematiza a dicotomia entre
Neste trecho a autora problematiza a dicotomia entre
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Técnico de Gestão Administrativa - Antropólogo
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