No Brasil, há antigos relatos sobre a atuação de tradutores e intérpretes de Libras/Português/ Libras, que atuavam informalmente em várias situações, como idas ao médico, intermediando ligações telefônicas, conversas com gerente de banco, com advogados, com religiosos, com familiares que não sabem a LIBRAS, bem como em reuniões com professores e pais surdos de filhos ouvintes nas escolas. A lei que regulamentou a profissão do tradutor e intérprete de LIBRAS é a: