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[...] [Já] mencionei o ciclo vicioso que passou a dominar o debate econômico em grande parte do mundo. À medida que a dívida global sobe e se expandem programas de transferência de renda, intensificam-se pressões por elevação de impostos, aumentando-se a tributação sobre a formação e o estoque de capital.
Com juros mais altos e endividamento maior, o custo de rolagem cresce rapidamente, enquanto os gastos discricionários se comprimem em orçamentos cada vez mais apertados. Além disso, seguimos acumulando contas a pagar: o envelhecimento da população exige mais recursos; tensões geopolíticas elevam os gastos com defesa; somam-se os custos da transição energética e da reconstrução das cadeias globais de produção.
Nesse contexto, prospera a ilusão de que será possível consertar tudo com menos trabalho, mais direitos para todos ou simples redistribuição de riqueza. O ponto central, porém, permanece fora do debate: sem geração de riqueza, não há redistribuição sustentável. [...]

(Roberto Campos Neto, 03/01/2026. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/roberto-campos-neto/2026/01/produtividade-e-crescimento-sustentavel.shtml)

Em sua análise, o colunista aponta um impasse econômico que tem atingido vários países ao redor do mundo. Considerando válida sua argumentação, uma ação que poderia contribuir para resolver esse impasse é
 

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