Maria Joana, 16 anos, vem à consulta por queixa de corrimento vaginal há 2 semanas. Junto com o sintoma, refere mau cheiro intenso. A paciente nega prurido vaginal, dor pélvica e alteração de ciclo mentrual. Durante a entrevista, ela refere morar com os pais, não ter parceiro e ainda não manter relações sexuais. Ao exame físico, o médico verifica, na inspeção vaginal, um corrimento com odor fétido, sem outras alterações vulvares. Não realiza exame especular ou toque. Demais aspectos do exame físico, sem alterações. Conforme o caso exposto, qual seria a conduta adequada?