Homem de 78 anos, hipertenso diabético, submetido a cirurgia de revascularização do miocárdio há 15 anos e, no seguimento clinico realizou três angioplastias, por degeneração dos enxertos venosos. No momento encontra-se com miocardiopatia dilatada de origem isquêmica em uso de carvedilol, losartana, furosemida, aldactone, nitrato, AAS e clopidogrel. Nos últimos três meses foi necessário interná-lo na Unidade Coronariana para tratamento dos sintomas congestivos. Na última internação, realizou teste cardiopulmonar, com pico de consumo de oxigênio de 10ml/kg/minuto. Há seis meses foi implantado CDI (cardiodesfibrilador implantável) para prevenção primária de morte súbita. Realizou cintilografia de perfusão com radio fármaco há dois meses com ausência de captação (fixa) diafragmática e lateral, que corroboram com o último CATE (enxerto MIE-DA patente), demais enxertos (venosos) ocluídos, coronária direita ocluída e artéria circunflexa ocluída em terço inicial. Qual das terapias abaixo é a mais adequada para este paciente?