Os distúrbios do desenvolvimento que afetam crianças com encefalopatia não progressiva, incluindo seus diferentes tipos e formas de gravidade, constituem em verdadeiro desafio para os fonoaudiólogos.
Com relação às dificuldades de alimentação em crianças com encefalopatia não progressiva, analise as proposições abaixo.
1) Crianças que apresentam forte padrão flexor em região cervical, cintura escapular e braços tendem a manter esse padrão com relação à mandíbula, mantendo-a fechada.
2) O trabalho com estimulação sensorial é uma etapa importante de qualquer plano terapêutico em crianças com encefalopatia não progressiva. Deve ser sempre realizado com a criança deitada e com venda nos olhos.
3) A retração, extensão exagerada e protrusão desordenada de língua refletem dificuldades no controle dos músculos que conectam a língua a outras estruturas do corpo.
4) Para desenvolver as atividades com alimentação, o fonoaudiólogo ou o cuidador não precisam estabilizar minimamente o tronco, considerando a distância entre este e a boca.
5) Quando se trata de treino alimentar, não importa a sequência das habilidades motoras orais do desenvolvimento típico. Ou seja, o treino das habilidades para o desenvolvimento da alimentação não segue hierarquia alguma.
Estão corretas, apenas: