As infecções são as principais complicações após o transplante de órgãos sólidos, sendo a maior causa de internação nos dois primeiros anos após o procedimento cirúrgico. A introdução de novos imunossupressores e quimioprofilaxias para agentes infecciosos oportunistas vem alterando a epidemiologia e o prognóstico dessas complicações.
Com relação às características das infecções após o transplante de órgãos sólidos, é correto afirmar que: