Sobre a Redução Anatômica da Fratura, considere a alternativa correta:
Este conceito está cada vez mais atual, visto que a importância das partes moles na consolidação das fraturas é bastante valorizada. Desta forma é fundamental a execução de uma técnica o mais traumática possível, preservando os tecidos perifraturários, evitando grandes dissecções e manipulações de fragmentos ósseos.
Tais cuidados diminuem sobremaneira a incidência de complicações como infecção, retardo de consolidação, pseudartrose, deiscência de pele etc.
Considera-se fundamental nas fraturas articulares, pois muitas vezes desvios residuais maiores que 2 mm cursam com maior índice de osteoartrose pós-traumáticas. Quanto as demais regiões do osso, procuramos na grande maioria das vezes um alinhamento anatômico, e não mais uma redução anatômica, ou seja, o objetivo consiste em restabelecer o alinhamento, rotação e comprimento ósseo.
A estabilização das fraturas deve ser suficiente para suportar as demandas biomecânicas locais, podendo ser obtida a partir de várias técnicas e tipo de implantes, desde que bem aplicados.
Para o restabelecimento rápido da função, diminuindo desta forma os efeitos deletérios da chamada doença fraturaria, bem como ajudando na preservação da vida de pacientes graves, como politraumatizados e polifraturados.
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