No diagnóstico molecular das doenças mieloproliferativas, qual mutação genética é mais frequentemente identificada, e como ela influencia o tratamento personalizado?
Mutação no gene JAK2 (V617F), que direciona o uso de inibidores de JAK2 como ruxolitinibe.
Mutação no gene BCR-ABL, indicada para o tratamento com hidroxiureia.
Alteração no gene TP53, associada ao uso de agentes hipometilantes.
Rearranjo do gene FLT3, que orienta o uso de imunomoduladores específicos.
Amplificação do gene MYC, tratada com quimioterapia baseada em antraciclinas.
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